segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Olá!
Só passando para deixar as novidades, que não são muitas mas que enfim, de vez em quando tem.

O final de semana foi de muita música e coral. Para quem não sabe, eu também canto. Ou melhor, faço de conta que canto. Esses dias a menina que rege o coral comentou que de verdade nunca me ouviu cantar e eu pensei comigo 'ainda bem!'. Hehehehe. Mas é gostoso, o pessoal é divertido, as apresentações são muito emocionantes e tudo é feito para Deus, e isso deixa uma satisfação pessoal muito boa. Além do mais, o Rafa é o pianista 'oficial' do coral, e está sempre junto. Ou seja que para mim, estar no coral é também uma maneira de acompanhá-lo.
Então, sexta à noite nos apresentamos num culto de formatura de uma igreja bem menor do que a nossa. Ainda bem que compareceram apenas uns 20 coralistas, porque senão não tinha nem lugar para todo mundo. Apesar de que na hora me peguei cantando outras vozes que não eram a minha, tudo correu bem.
Sábado tivemos um quarteto muito legal como convidado na nossa igreja, eles são de São Paulo e trouxeram uma amiga francesa que está de férias no Brasil e cantou também, e que tem uma voz maravilhosa. Ah o nome do quarteto é Communion. Estavamos convidados (o Rafa e eu) ao almoço de sábado com os anfitriões e o quarteto, o qual foi simplesmente hilário. Muita descontração e um menu de massas (e posteriores sobremesas) realmente delicioso. Muito bom!
À tarde acompanhamos novamente a programação com o quarteto na igreja e depois tinhamos nova apresentação com o coral. Cansaaaados já, mas que nada, não dava nem para pensar em fugir: o namorado foi convocado para sua função de pianista. Mas foi muito bom mesmo, o pessoal é muito legal e as risadas corriam soltas. Sem falar que, depois do dia inteiro, todo mundo estava bem mais solto e as músicas fluíram com uma naturalidade muito maior.
Ontem fomos passear na Barra da Lagoa, que com o solzinho gostoso estava cheia de gente, inclusive de biquininho e até nadando.

Aqui uma panorâmica de cima da pontezinha.

O Rafa molhando o pé (foi o mais perto que chegamos da água, que estava gelaaaada).

Não podia faltar eu.

Pior foi depois da praia, porque a família toda do Rafa ia para um aniversário meio social e a gente foi junto, claro. E eu de camiseta com estampa de porquinho, jeans e allstar, a roupa que tinha saído de casa ao meio-dia! Hahahaha foi muuuito divertido! E uma bela comilança, o aniversário também tava 10. Hahahaa mas eu me controlei porque estou decidida a perder uns quilinhos aqui e ali e reeducar um pouco minha alimentação também.
É difícil, porque quando a gente toma uma resolução assim, aí mesmo é que surgem as 'tentações'. Aaaai e eu sou tão 'formiga'!!!
(Acreditam que durante o almoço de sábado estávamos comentando sobre os doces e o Rafa chegou e falou: 'a Mári é que é formigão'. Queria morreeeeer de vergonha! Rsrsrsrs).

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Reeducação alimentar

Então, junto com o assunto das vacinas, este é meu assunto da semana.

Quer dizer, o das vacinas eu estou estudando e lendo, mas o assunto foi oficialmente encerrado aqui em casa sábado à noite, quando minha mãe pressionou eu e o Rafa dizendo que estamos na faixa etária. "Agora é a vez de vocês, hein?"- disse, num tom de "agora sim não tem mais escapatória, mocinha". Ficou com uma caaara quando eu respondi calma mas firmemente: "Eu não vou me vacinar". Coitada da minha mamys, eu avacalho com ela. Daí ela até perguntou se tinha alguma coisa a ver com a religião (coitada, agora ela pensa que qualquer atitude minha fora do padrão da casa é resultado da religião... enfim). Respondi que não, que a fonte de minhas novas divagações não tem a ver com a igreja. Aliás, ainda nem pesquisei a posição que a igreja tem em relação a vacinas, ou seja que nunca associei uma coisa à outra.
Bom, pensando bem, eu vi os DVDs do chef Julio em casa, acho que já falei dele aqui. Ele alerta contra os remédios e a indústria farmacêutica dizendo que a alimentação correta dispensa o uso de muitos remédios, e ele é da igreja, então, no fim tem a ver sim. Acho que por isso minha mãe pensou que fosse coisa "da igreja ou coisa assim".

O assunto da reeducação alimentar veio meio que em conseqüência. Naquele nosso amigo de longa data que atende pelo nome de Orkut, há comunidades relacionadas de uma coisa e da outra, e é impossível não vincular. Pode procurar essa se quiser ler sobre vacinas, essa se quiser ler sobre alimentação, e essa para informações variadas sobre ambos assuntos. Só para começar, porque a internet toda tem beaucoup de informação sobre ambos assuntos. O problema é tempo para ler. E chance de aplicar as informações recebidas, principalmente quando se convive com várias pessoas e todas de pensamento muito diverso. Mas estou tentando aplicar algumas mudanças à minha própria vida, do jeito que dá. Não é fácil, mas é possível.
Encontrei muitos artigos em relação a leite de vaca, carne, remédios evitáveis, vegetais e grãos que substituem muito bem certos produtos de origem animal, etc. Muitas coisas já tinha escutado pelo chef Julio, outras são novas para mim. Mas é sempre bom se informar, procurar as fontes direitinho e ir atrás. Não ficar com o primeiro que nos ensinam e pronto, é assim que a mente das pessoas é manipulada tão facilmente, porque poucos vão atrás de mais informações.

Artesanato da semana: Andei fazendo uns vestidinhos pras petites, que me encomendaram. Vestidinho e gorrinho, tamanho milimétrico. Um exercício de paciência, mas... ficam tããão fofinhos! Servem para vestir um dedo mindinho adulto, para se ter uma idéia. É mais ou menos o tamanho do corpinho das petites.
É isso aí, beijos e bom final de semana, porque acho que amanhã não vou aparecer por aqui.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Lendo...

... e lendo. Mais e mais.
Eu adoooro ler. Desde criança.
Minha mãe conta com uma expressão de saudade divertida e um pouco de desespero, que até nos momentos de crise (leia-se o dia em que o carro ficou atolado numa rua inundada) eu estava calmamente... lendo.
Distraída na minha leitura, nem notava o que acontecia ao redor. Podia cair o mundo, sempre que meu livro e eu não fôssemos incomodados. Por vezes eu até me vestia lendo, para desespero da minha mãe que tentava vestir meu irmão e me convencer de que já estávamos atrasados. Simplesmente não tomava conhecimento da gravidade da situação, ou de seja lá o que estivesse acontecendo.

Às vezes, ainda sou assim.
Tá bom, não tããão assim. Mas vez por outra encontro qualquer coisa de interessante para ler, bem na hora em que devia estar dormindo. E fico mais de uma hora.

Uma vez, quando tinha uns 11 anos, meu tio me deu um livro muito interessante. Era uma novela sobre a busca de um tesouro escondido, que envolvia almas penadas (aponte uma pessoinha de 11 anos que não goste do assunto. São muito raras), uma casa velha, um poço...
Comecei a ler de noite, sozinha na minha caminha com a lampadinha portátil do meu lado. Todos dormiam quando deixei o livro, apaguei a luz e comecei a deixar o pensamento vagar.
Vagou tanto, que tive de levantar e pedir asilo na cama "grande", porque não conseguia dormir pensando no livro. Decidi só ler durante o dia. Hahahaha.

Bom, tudo isso vem ao caso para ilustrar o enorme interesse que tenho por leitura. Para completar, sou muuuito curiosa. Todo assunto que esteja sendo debatido, do qual tenho escutado pouco ou que vai contra o que conheço me causa curiosidade. Por isso continuo lendo. E esclarecendo, e aprendendo, e melhorando (acredito eu). Por isso estou assim, numa fase bem... leitora.

domingo, 10 de agosto de 2008

Sábado atípico

Ontem foi um sábado bem fora do comum.
Pensando que seria como os outros sábados, em que vamos à igreja de manhã, almoçamos geralmente na minha casa, dormimos um pouquinho e vamos ao ensaio, me levantei e me arrumei.
O Rafa chegou meio atrasadinho. Choviiiia. Entrei no carro.
-Você se lembra de que hoje vamos para Joinville, não?
-Errr... what?!?! Nem me lembrava.
Fui correndo pegar uma muda de roupa para depois. Joinville fica a 2 horas e meia e já estavam nos esperando para sair.

A viagem foi legal, a banda que o Rafa participa foi tocar numa igreja que ainda está em construção. Choveu o dia todo, então nem saímos por aí nem nada. Chegamos bem para a hora do almoço, o pessoal da igreja havia feito um almoção vegetariano tudo de bom para nos esperar.
É de se ver o carinho e o cuidado que as pessoas têm pela igreja que estão construindo. Lindo de se ver, como cuidam e vão construindo aos pouquinhos, instalando isso ou aquilo. A igreja ainda não tem forro no teto, passamos um frio danado. Eles contaram que vão colocar o forro semana que vem. E como gostaram da banda e do quarteto! Foi uma programação simples e muito bonita.

A viagem de volta, bom, já era noite e ainda chovia. Choveu o dia inteirinho. Mas, graças a Deus, chegamos sem problema nenhum. E foi uma experiência muito linda, fomos muito bem recebidos e conhecimos pessoas bem legais.

Na volta, uma grande surpresa. Meu irmão disse que recebeu no celular uma mensagem 'em código' do meu pai, que estava trabalhando no oeste do estado. Dizia qualquer coisa como: "Durmam leve, porque na madrugada posso estar aí". Ri de puro gosto. Isso não é código nenhum! Está claríssimo que ele pegou um ônibus e está vindo para cá, dããã.
Dito e feito: 6h ele chegou. Pegou um ônibus lá no oeste e chegou para passar o dia dos pais conosco. Legal!

Beijos e tenham um bom dia dos pais junto de seus pais, maridos, irmãos, avôs, amigos, etc.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

O Último para quem quiser ver.

Chorei feito a boba que sou, mas finalmente vi o último.
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Fui pedalar com meu irmão e de passagem prestei meus inapreciáveis (cof! cof!) serviços de consultoria de vestuário. Hahahaha. Digamos que praticamente empurrei a jaqueta goela abaixo do coitado do guri, mas depois ele se olhou no espelho e admitiu que ficou muito bem sim.

E saimos apenas para fazer pequisa de preços de máquinas digitais, mas voltamos com um apetitoso pacotinho de chocolates de Gramado e outro de simpáticas balas japonesas que têm bichinhos desenhados no papel mas não têm nenhum desenho referente ao sabor. Como peguei uma de cada, já nem me lembro do que era cada uma. Bemvindo, elemento surpresa.

Ah e como é bom conhecer pessoas. Adorei conhecer a senhora dona da lojinha japonesa que nos atendeu.

É que eu a-do-ro tudo que me remeta a São Paulo, cidade que amo tanto e que está nas minhas lembranças mais felizes. Passear pela Liberdade, então, é um evento imperdível cada vez que vamos lá. Por isso gostei tanto de achar essa lojinha.
Puxa vida! Como não perguntei a ela sobre livros de amigurumi! Ô cabeça de vento!
Detalhe que lembro disso só horas depois, né?

Enfim.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

De boca aberta

Oi pessoas queridas

Um post rápido porque venho trazendo umas novidades. Eu, pessoalmente, estou de boca aberta.
Ontem falei de minha revolta por mais uma campanha de vacina contra rubéola. Eu não acredito que seja realmente necessário "imunizar" de novo, afinal a última campanha foi em 2002 e eu tenho certeza disso pois foi o ano que eu cheguei aqui a Fpolis.

Então, já sou mesmo meio revoltada com medicina pá-pum (aquela em que o médico não se interessa muito em saber por quê você está doente e sim em apenas fazer desaparecer o desconforto atual). Além disso, recentemente conheci pessoas muito legais que tem umas opiniões muito particulares sobre o assunto. Como essas opiniões a princípio me causaram certa estranheza, fui atrás de pesquisas, argumentos, testemunhos e fatos. Encontrei várias informações. Fiquei chocada em muitos aspectos, começo a perceber como somos alienados e aceitamos tudo que nos é imposto como se fosse verdade absoluta.

Para quem se interessar, estes links explicam um pouco de por quê decidi que não vou tomar a vacina. Não é tudo, mas vão só dois por hoje, para não ficar chato. Ah, o segundo deles é em francês, mas está em inglês também. Divirtam-se.
Link 1: artigo revista.
Link 2: French National League for Liberty in Vaccination

P.S.: Continuo lendo. Esse link daqui me interessou sobremaneira, por várias razões: primeiro, porque explica muitas coisas não só sobre vacinas, e tudo muito, muito claramente. Vou ler com mais calma depois. Segundo, porque está em português e isso logicamente facilita a leitura. E terceiro, porque fiquei muito surpresa ao descobrir que esta organização se localiza exatamente onde? onde? Aqui em Floripa City. Já estou planejando uma visita.

Alguém aí tem coragem de dizer que tudo isto não caiu em minhas mãos justamente nesta época em que campanhas de vacinação estão pipocando e tentando fechar o cerco? Alguém me diz que não é meu Deus que, em sua Divina Providência não está me guiando para onde devo ir?

Boa noite, povo. Vou fazer minha oração de agradecimento e deitar porque amanhã é outro dia e meu celular costuma acordar às 6:15 para não me deixar mais dormir.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Passando pra dar um oi

Oi povo!

E aí, tudo bem com vocês?

Eu sim... um pouco sumida. He! Não é porque ando muito ocupada não. Bom! A menos que ver duas temporadas inteirinhas de Friends signifique ocupação. Enfim! Minha irmã já viu todos, eu ainda não mas faltam só os 3 episódios finais. Hoje me contive e assisti só 3 e deixei os 3 últimos para amanhã ou depois. Tem que fazer render, né?

Bom, mudando drasticamente de assunto, alguém me explica POR QUÊ, sim, POR QUÊ (esse é o porquê certo? Nunca sei. Por via das dúvidas o "chapeuzinho" indica ênfase. Então...) é que me aparecem de novo com essas campanhas de vacinação contra rubéola?
Caramba, da última vez (acho que em 2002) falaram que era obrigatório para todas as mulheres entre 14 e sei lá quantos anos, etc, etc... fui com meu cartão de vacina de recém-chegada de outro país e verificaram que eu já tinha essa vacina e portanto não precisava tomar pois só precisa ser dada uma vez na vida.
Então, se tooooodas as mulheres entre 14 e sei lá quantos anos já foram imunizadas em 2002, por quêêê é que temos que tomar vacina DE NOVO?
Porque eu vou dizer uma coisa: eu ODEIO vacina. Eu detesto cheiro de vacina, eu detesto papo de ambulatório e eu sou cagona SIM.
Eu vou ao posto de saúde, peço para tomar vacina (sempre no último dos casos, quando não há como fugir disso), agüento um tempão esperando lá fora enquanto meu estômago se retorce de aflição com a expectativa, e quando já estou meio verde e respirando com dificuldade aparece a enfermeira vacinadora e mais uma que ia passando, me olham e dizem com aquela cara de superioridade: "Ah, mas não vais me dizer que estás com medo de vacina? Tsc tsc tsc uma mulher desse tamanho!".
Eu tenho medo de agulha SIM! Pavor! Pânico!
Eu passo mal com o cheiro do consultório SIM!
Eu sinto a vista nublar se escuto por algum tempo relatos de cirurgias e doenças que tais enfermeiras A-DO-RAM contar para me acalmar.
Eu disse acalmar?!?!?!

Já perdi a conta de quantos vexames já dei em postos de vacinação. Uma vez, até no consultório de uma dermatologista que começou a me contar sobre um tratamento a base de de injeções. Vi tudo preto e só não caí porque minha mãe me segurou.
Minha mãe diz que isso tudo é porque nunca tive de passar por uma cirurgia, por uma transfusão, etc. Pode ser. Eu acrescento: graças a Deus, nunca precisei. Claro que se precisar, a última coisa que vou me importar é com cheiro de éter ou agulha. Mas enquanto ser que nunca precisou, desenvolvi essa 'cagonice'. Tá, e daí? Convivo muito bem com isso, obrigada.

Mas alguém me diz se há algum mal em não querer ser enfiada no soro só por causa de uma gripezinha? Hein? Porque no hospital aqui perto de casa é isso mesmo: a pessoa chega com laringite, tasca soro na veia. Tem uma crise de dispepsia estomacal e lá vai pro soro. Dor de ouvido? De barriga? Adivinha! Desce mais um soro aqui pra maca 15!

Eu sou ET por não achar isso normal?

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Nada como a pobreza para estimular a criatividade

Sim, porque quando não há recursos suficientes a gente pensa, olha, revira, e no fim acha uma solução. Usa material alternativo, técnicas novas, etc. Às vezes, descobre um método revolucionário ou fabrica uma invenção genial. Às vezes, deixa um legado oculto e muito, muito bonito.

Isto vem a propósito da notícia que li hoje.

Está em espanhol. Para quem tiver preguiça de ler, é o seguinte: Descobriram que debaixo de um quadro famoso do Van Gogh (aquele mesmo que cortou a orelha), há um desenho de um rosto de uma mulher. Calma! Não tem nada com milagre da virgem da vidraça ou coisa parecida.
Simplesmente o próprio Van Gogh reciclava os quadros que não concluía.
Segundo a notícia, dos primeiros quadros de Van Gogh, aproximadamente um terço são assim, pintados em camadas e depois repintados. Isso os cientistas descobriram usando raios X.

Por isso eu digo, nada como a pobreza para estimular a criatividade. Porque, pelo que me consta, o famoso pintor era bastante escasso de recursos. Viveu pobre e morreu pobre. E as telas no século XIX não deviam ser mais baratas do que são hoje. Não era coisa de se jogar fora!

quarta-feira, 30 de julho de 2008

E será que não teremos inverno?

Aqui na 'ilha da magia' faz uns 25 dias que faz calor. E que não chove.
Não que esteja me queixando, longe de mim. Hehehe. Mas é que a gente estranha.
Mais ainda com essa coisa de aquecimento e o clima mudando, etc e tal.

Então, a pergunta que não quer calar: será que teremos inverno esse ano?

Eu ia. Eu iiiia colocar umas fotinhos novas. Masss... as pilhas da minha câmera tão mais pra lá do que pra cá. 3 aninhos de uso, né? Já tá na hora de pilhas novas.

Hoje esperei minha amiga Carol, que vinha me visitar e pôr a fofoca em dia. Mas não veio.
Tomara que tenha sido só um imprevisto sem importância. Enfim.

E viciei naqueles joguinhos tipo quebra-cabeças de números, daqueles de revista de cruzadinhas, daqueles de pintar quadradinhos. Viciei mesmo.

E só. Hoje não tenho muitas novidades. Hummm... estou tentando decidir que faço primeiro: se compro uma câmera nova ou se tiro carteira de motorista. Um dos dois, e logicamente muito bem parcelado... escolho um dos dois e deixo o outro para o ano que vem.
Se por um lado quero mesmo é comprar a câmera, pelo outro não quero adiar mais a carteira.
Só mais uns dias e decido esta questão.

domingo, 27 de julho de 2008

Final de semana


O aniversário da manoca Cacá foi bem legal. (Na foto, primeiro plano da Nany e Cacá ao fundo).
Ela gostou do presente que escolhi com carinho (o box da 5a temporada de Friends). Ela é louca por Friends. Tinha só a 9a temporada e um disco da 8a. Agora eu comprei a 5a. E o namorado dela chegou com a 10a. Hahahha ela ganhou 2 temporadas num aniversário só!
Bom, é Friends para bastante tempo.
Daí na mesma sexta-feira, logicamente, quis começar a ver. E eu também, que também gosto de Friends, se bem que não tão desesperadamente (percebem as intenções por trás do presente, né? Hahaha). Daí detonamos um disco inteirinho na tarde. Hhauahuaha overdose de Friends!

Ontem igreja, almoço muito bom com amigos da igreja (e sobremesa ótima), dormir a tarde toda e acordar para ir no aniversário do sobrinho do Rafa (mais comida e os doces mais gostosos do mundo que a irmã do Rafa faz).
Overdose de açúcar.

Ai ai... que seria desse mundo sem bolo de aniversário e brigadeiro?
Eu sou uma gordinha assumida.

Mudando de assunto.
Estou procurando uma câmera nova. A minha já sofreu a passagem do tempo e de um ou outro tombo (felizmente nada grave). Ainda funciona bem, mas estou pensando em cedê-la pra minha mãe e comprar uma nova. Procurando um modelo bacana e que não me leve à falência.

Tricô: fazendo um casaquinho de primavera para mim. É que esse inverno tá brando demais para tricotar peças grossas. Não dá nem vontade.
E ainda não decidi se desmancho ou não o último que fiz. Por enquanto não.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Cansaaada...
Andei pra caramba hoje!
Saí logo depois do almoço com meu irmão. Fomos pro centro (detalhe: os dois sem-noção tiveram a feliz idéia de sentar no fundão, mas pela metade do trajeto e notando que o ônibus chacoalhava mais que copo de coquetel, mudaram para o meio).
A idéia era comprar o presente de aniversário da mana Cacá (que logicamente não vou revelar o que é, vai que ela decide dar uma lidinha por aqui), e além disso ir em mais um ou dois lugares. Aqui é assim: a gente acumula durante a semana as coisas que tem para fazer no centro, e vai num dia só.
Lado bom: a parte de acompanhar o mano que ia no banco não durou mais de 3 minutos, o tempo de sentar, pegar o livro, guardar o livro e sair. Graças a Deus. Aliás, de todos os 8 minutos que passamos nas dependências do banco, 3 foram no atendimento e 5 na porta giratória.
Alguém já notou que quem manda na porta giratória é um tiozinho que fica numa espécie de guarita apertando um controle remoto que libera ou trava a porta? Um absuurdo!
Ah, detalhe que eu passei direto na porta, de bolsa e guarda-chuva, o da encrenca foi meu irmão. Vai ver que viram cara de 'meliante' nele. Eu falei que era para tirar essa barbinha de bode!

O bom que depois disso o mano me levou pra conhecer um sebo que não estava no meu mapa. Muito bom, amplo e com algumas raridades. Comprei duas revistinhas de patchwork (não sei fazer isso não, o que me deu na cabeça na hora não sei, só sei que decidi aprender patchwork também).

E depois de muitas, muitas voltas, procurar preços, verificar que exatamente o produto que queriamos não tinha mais, decidir por outro parecido, etc. Conseguimos comprar e voltamos para casa, ufa! duas horas e meia andando. Ainda bem que eu pude tomar um banho e descansar, o coitado do Galgo foi só chegar e sair pra faculdade. De bicicleta! Ah! Fiquei com pena dele.

Coisa triste: está im-pos-sí-vel andar no centro por meia quadra sem ter de desviar de pelo menos uma nuvem de fumaça de cigarro. Que fedor! Parece que quanto mais o tempo passa, ao invés de se conscientizar as pessoas estão mais viciadas. Creeeedo!

E é isso aí, meu passeio de hoje. Pelo menos fiz algum exercício, que ando precisando.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Desafio

Uma coisa muito agradável me aconteceu hoje!
Recebi este desafio não de uma, mas de duas amigas queridas que visitam este blog.
São elas Penélope Charmosa e Marilú (sorry, como vou puxar os links daqui? Como tenho linkados aqui na coluna do lado, nunca me lembro dos endereços dos blogs... mas estão aqui na coluna à direita).

Então, aqui vão as respostas.
Preparem-se, porque é uma novela mexicana. Hahaha.

1- O que eu estava fazendo há 10 anos atrás?
Bom, há 10 anos atrás eu era uma singela criançola de 14 aninhos, gordinha, fofinha e esperando que a providência divina se lembrasse de mim e eu menstruasse de uma vez, para deixar esse corpinho de menina que ainda tinha, o que aconteceu poucos meses depois.
Morava no Uruguai, era tímida e ainda nem tinha descoberto a miopia que já sofria, ou seja que era meio isolada mesmo. E brega, muito brega. E usava um cabelão com franjinha que me deixava ainda mais gordinha.

2- Cinco coisas na minha lista de tarefas a fazer.
Primeiro: Organizar meu tempo (ou melhor, começar a seguir mais à risca meus planejamentos).
Segundo: Fazer exercício!!!
Terceiro: Costurar um par de roupinhas com tecidos que comprei há meses e nem toquei ainda.
Quarto: Deixar meu cabelo crescer por pelo menos 3 meses seguidos.
Quinto: Achar uma pós-graduação conveniente e que, de preferência, não seja aos sábados.

3- Petiscos que eu gosto.
Frituras! Coxinha, bolinho (menos de bacalhau), batata frita (em especial beem fininha, cortada em rodelas),
ah sei lá. Pastel também, apesar de que gosto mais de pastel de forno. Hummm!

4- Coisas que faria se eu fosse multimilionária.
Bom, um sonho bem sonhado que tenho desde que era criança é o de poder montar minha própria cidade, com minhas próprias regras, bem administrado. Acho que tenho raiva de político desde então. Rsrsr bem revolucionária!
Outra coisa que muito gostaria é poder viajar pelo mundo todo e conhecer muitos e muitos lugares: Europa, Asia, África, Oceania... Canadá, que é meu grande sonho... todos os continentes menos a Antártida, rsrsrs. Algum dia, quem sabe, quando eu for uma estilista rica e famosa, srrsrss.
Ajudaria, com recursos, em projetos assistenciais, fundaria ONGs pró direitos das pessoas, dos animais, investiria em radiodifusão, ajudaria a divulgar a Palavra Sagrada em lugares de difícil acesso... sei lá, ALGUMA COISA.

5- Lugares onde eu vivi.
Baaah, vários.
Nasci em Paysandú, uma simpática cidade litorânea (praia de água doce, entenda-se) do Uruguai, isso porque meus pais estavam morando lá porque meu pai estava fazendo a faculdade de Agronomia. Com 1 aninho de idade fui levada a morar em Montevideo (novamente por conta do estudo do meu pai).
Pouco tempo depois, antes de completar os 2 anos de idade, nos instalamos em Mercedes (outra simpática cidade do interior do Uruguai, só um pouco menor). Ali nasceram meus dois irmãos.
Essa é a cidade natal do meu pai também.
Daí quando fiz 6 anos nos mudamos para o campo, a 7 km de Mercedes (para uma criança do meu tamanho, era uma distância imensa. Desde então ficou essa impressão). Até os 11 anos morei lá e depois voltamos para Mercedes. Ali fiquei até os 17, quando viemos para Florianópolis. Estou aqui desde então e, agora que estou pensando com os meus botões, é o lugar onde mais tempo tenho morado, apesar de me parecer que a mudança foi ontem.

6- Trabalhos que eu tive.
Comecei a trabalhar tarde, com 20 anos.
Meu primeiro emprego (bolsa-estágio da faculdade, diga-se de passagem) foi como montadora de provas para o curso à distância da faculdade. Foi legal, fiz bons amigos. Fiquei uns 9 meses lá.
Aos 21, mudei de emprego. Outra bolsa-estágio da faculdade, só que como recepcionista do meu centro, o de Artes. Atendia o telefone e entregava as chaves das salas, aprendi a lidar com sapos e com pessoas mal-educadas.
Mas também fiz bons amigos que mantenho até hoje.
Fiquei um ano lá, até que decidi que era hora de procurar alguma coisa na área, já que era meu último ano na faculdade.
Então, aos 22 anos e sem tempo sequer para procurar emprego, larguei meu cantinho na recepção e saí, com currículo e uma pasta de trabalhinhos de aula como portfólio.
Arranjei um estágio numa loja de roupas de festa. Tudo que sempre quis! As donas (três simpáticas senhoras) me tratavam superbem, eu era uma espécie de "mascote". E o ambiente, os mais de 200 vestidos de festa, revistas especializadas, tudo, era lindo. Amei trabalhar lá.
Só que daí estava quase me formando e não podia renovar o estágio. Percebi que ali não teria muito futuro e comecei a mandar CV a várias e várias empresas, principalmente às que não estavam oferecendo vagas. Assim consegui meu emprego atual, já como estilista, no qual estou há exato 1 ano. Feliz da vida.

7- 6 pessoas que eu quero saber mais sobre elas.
Bom, não sei quem já recebeu este desafio, mas deixo aberto a todas as amigas que quiserem. Eu achei demais poder falar um pouco da minha vida porque ADORO falar (se é pra falar de mim, então, hohoho). E como não sei como está de complicadinho o tempo de cada uma, deixo em aberto. Meu desejo mesmo era que todas as amigas fizessem.

Então é isso, espero que tenham gostado de me conhecer e que pelo menos algumas aceitem o desafio.
Beijoss a todas!!!

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Segundona

Olá! Hoje não tenho muitas novidades para contar, então vou pôr a letra de um hino dos que mais gosto.
Se alguém quiser escutá-lo, está aqui.

Porque Ele vive


Deus enviou Seu Filho amado
Para sofrer em meu lugar;
Na cruz morreu mas vivo agora está,
Pois ressurgiu e para sempre viverá.

Porque Ele vive, posso crer no amanha;
Porque Ele vive, temor não há
Eu sei que minha vida não será mais vã,
Pois meu futuro em Suas mãos agora está.

Quão grato é viver com Cristo,
E desfrutar Seu doce amor,
E certo estar de Sua proteção,
Nos dias calmos ou nas horas de aflição.

E quando, enfim, chegar a hora
De aqui cessar o meu viver,
Não temerei, pois Cristo vivo está,
E eu viverei, pois, vida nova me dará.

Final de semana tranqüilo, dividido entre crochetar em casa e passear um pouquinho com o namorado, o que sempre é bom. Muitas risadas e um xis-salada tão grande que só consegui comer a metade, hahahaha.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Desenhando

Ahh fazia teeempos que não desenhava. Tempos mesmo. Espero retomar este hobby e não deixá-lo apenas para meus momentos esporádicos.

Bom, ficar parada para mim é impossível, tenho coceirinhas nos dedos. Ficar sentada vendo televisão então, é um martírio. Estou sempre com novelo e agulha na mão, ou lápis, ou livro, ou até com revista de cruzadinhas, mas nunca com as mãos vazias!
Assim, começo um monte de coisas e termino poucas. Ultimamente, estou fazendo projetos menores, para evitar de acabar abandonando-os no meio. Funciona um pouco.

Ontem estava assim, sem coisas para fazer. Tinha acabado uns projetinhos em crochê que já estão na loja (aproveitando para o jabazinho básico de cada dia, rsrs). Na verdade, fiz esses dois especialmente para duas pequenas que não nasceram ainda, as filhinhas das irmãs do namorado, que devem nascer lá pro final do ano. Mas aproveitei para fotografar e colocar na loja porque deram certo e vou fazer sob encomenda também. Ahhh eu adoro trabalhar com essa lã de bebê! É super suave.
Daí então, sem nada para fazer e com o irmão Galgo formatando o pc, fui remexer na gaveta das lãs. Tinha taaaanta coisa lá! Porque eu compro a lã ou linha, uso e depois sobra aquele restinho. Então é lógico que não vou jogar fora, então guardo para fazer outras coisas. E ali vão ficando os novelinhos pequenos à espera de comporem um detalhe. Alguns são lembrados no momento certo e devidamente aproveitados. Outros são completamente esquecidos e só voltam à lembrança quando, numa dessas mexidas na gaveta, aparecem.
O bonito é que cada um deles tem uma historinha, já que deles saíram peças que fiz com todo carinho: algumas ainda tenho, outras já foram e já voltaram para seu estado primitivo de novelo, outras foram feitas especialmente para alguém e estão com seu dono, etc.

Graças a Deus, que me deu uma memória ótima. Lembro de cada uma dessas peças, de como algumas custaram para serem terminadas e das que gostei de fazer. Todas na minha memória!

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Dias

Bonjour, minhas caras amigas.
Eu poderia dizer isto em francês também, porque agora aprendi a dizer. Mas vai que erro e fico aqui passando vergonha (tem algumas pessoas que lêem aqui e que sabem francês e eu ficaria com a cara no chão o.O). Hahahhaa.

É que hoje foi a última aula de francês do semestre. Ahh vou sentir falta das minhas quartas-feiras de 'merci beaucoup'. Exagerada, porque daqui a duas semanas já começa o segundo semestre. Hoje já fiz a matrícula. La la laa.

O que tenho andado fazendo: bom, vejamos. Ganhei da irmã do meu namorado um sofazão lindo que já achou espaço aqui em casa, além de uma estante e duas poltronas tudo-de-bom. Uma destas confisquei pro meu quarto (tá, não ia caber em outro lugar, e no meu quarto ficou que é uma beleza). Agora tenho meu cantinho para ler e fazer crochês na mais santa paz. Ô delícia!

Andei fazendo umas coisinhas novas em crochê, mas falta terminar uns detalhes. Se Deus quiser, amanhã termino e fotografo para pôr na lojinha, que anda meio às moscas por falta de produtos novos.
Terminei um casaco de tricô que tinha começado há tempos também, mas ainda não tirei foto. Por que será que lembro de tirar as fotos só quando já escureceu? Ficam tão feias as fotos com luz artificial!
Beijos e boa noite. Fiquem com Deus.